
O aquecimento global e a destruição do meio ambiente
O debate que mais está na pauta dos meios de comunicação hoje em dia é o aquecimento global e os grandes desastres ambientais. As mudanças climáticas nunca foram tão rápidas e devastadoras como as que ocorrem atualmente. Continentes que tinham tradicionalmente temperaturas baixas como é o caso do continente europeu têm sido castigados por ondas de calor de até 40ºC.
Ciclones atingem o Brasil (sobretudo a costa sul e sudeste), o número de desertos aumenta a cada dia, ventos fortes causam mortes e destruições cotidianamente e os olhares do mundo todo se voltam para as calotas polares. Poderíamos citar muitos outros problemas ambientais, como a poluição de rios e mares, desmatamentos de florestas sem um planejamento para replantação, etc. Todavia há um debate que não pode ser adiado e muito menos dissimulado. Diversas propagandas afirmam que toda pessoa comum pode fazer um pouquinho para melhorar a situação climática e ambiental do mundo.
Em 1988, em Toronto no Canadá, ocorreu a Conferência sobre as mudanças na atmosfera que, dentre outras nações, contou com a presença dos países industrializados. Nesta Conferência foi discutida a necessidade da redução de gases que provocavam o chamado efeito estufa (principal responsável pelo aquecimento da Terra). Quase dez anos depois, no ano de 1997, em Kyoto, no Japão, foi apontada a necessidade de se criar um Protocolo que regulamentasse as emissões de gases que ficou mundialmente conhecido como o Protocolo de Kyoto. Dentre as exigências deste Protocolo estava o controle sobre a emissão de gases das indústrias dos países imperialistas. Passados exatamente dez anos das discussões feitas no Japão, a maior potência imperialista os EUA e maior responsável por emissão de gases poluentes, simplesmente ignorou o Protocolo.
É muito importante mesmo que cada um faça a sua parte. Que haja a união de forças para melhorar a nossa vida e a vida dos nossos filhos, netos, bisnetos.